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A Shell e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) firmaram uma parceria para o desenvolvimento do agave nordestino.

Agronegócios

A Shell e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) firmaram uma parceria para o desenvolvimento do agave nordestino. Uma nova e produtiva fonte de biomassa. Há planos de desenvolvimento de plantas piloto de refinaria a serem instaladas na Bahia, para produção em escala de biocombustíveis no nordeste brasileiro.

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A Shell e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) firmaram uma parceria para o desenvolvimento do agave nordestino.

O programa tem o nome Brave (Brazilian Agave Development). Receberá um investimento médio  de 30 milhões de reais, conforme a divulgação da Shell em nota.

A companhia visualiza um potencial produtivo do agave se compara a cana-de-açúcar cultivada em outras regiões do Brasileiras.

O agave é mais uma forte fonte eficiente e produtiva, com a capacidade de capturar e de reter uma enorme quantidade de carbono da atmosfera.

O desenvolvimento do investimento objetiva soluções biológicas para a melhoria da produtividade, adaptabilidade e resistência do insumo. O pioneirismo no setor englobando tecnologias  para plantio eficiente e colheita produtiva. 

Desenvolver uma tecnologia para um inovador conceito de produção de bioenergia em terras tupiniquins. O projeto viabiliza o surgimento de um novo parque industrial colocando o Sertão Brasileiro como potencial pólo de biocombustíveis para o mundo.

A previsão é de 5 anos com um alinhamento global de descarbonização. Como centro da meta, que tem entre os seus pilares centrais alcançar emissões líquidas zero para as próximas décadas.

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